Transporte público no Google Maps 15 Dec 08 | 1 comentário
Postado por Paulo Martinez
Por enquanto somente para São Paulo e Belo Horizonte.
Por enquanto somente para São Paulo e Belo Horizonte.
Explicando didaticamente o que seria Twitter.
A Microsoft é bem espertinha, lançou o que ela chama de Microsoft ESP e diz ser uma simulação de plataforma visual para reproduzir os ambientes terrestre, marítimo e aéreo. Porém não precisa ser muito entendido para perceber que tudo não passa de uma grande jogada de marketing. A plataforma que eles estão usando, nada mais é do que o Microsoft Flight Simulator X, que desde suas primeiras versões, antes mesmo de ser da Microsoft (ele foi criado por Bruce Artwick da subLOGIC e licenciado para a Microsoft em 1982) já era um simulador completamente customizável. Agora será que a sacada de pegar tudo isso e empacotar com outro nome e verder sob “Microsoft Volume Licensing” vai funcionar? Sei não… Veja o vídeo abaixo e mais detalhes no site.
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Enquanto os fabricantes de produtos eletrônicos e informática investem milhões em comunicação, esquecem de uma parcela importante de consumidores, carentes por suporte e consultoria na hora de resolver problemas.
Seguindo esta tendência, foi criado o site FixYa, que é uma verdadeira enciclopédia de como resolver problemas, abrangendo milhares de produtos das mais diversas marcas.
Eu perdi alguns minutos navegando e fiquei impressionado com o tamanho do conteúdo. O mais legal: qualquer pessoa pode contribuir.
Começou como serviço público e virou negócio, licenciando conteúdo inclusive com redes como Best Buy.
As melhores aplicações para 2008, via Webware. Mais de 1.9 milhões de votos foram feitos para escolher os vencedores. Clique abaixo e veja mais, dividido por tema (audio, video, e-commerce, produtividade, social networking, search etc).
Via MarcelloJun
Luxemburgo instalou dezenas de transmissores de internet sem fio e agora a cidade está conectada. A população local e os turistas podem andar livremente com seus laptops, sentar num banco e navegar seja inverno ou verão.
Banners, buggies, e até graffiti, marcando no chão o local dos transmissores estão espalhados pela cidade.
Veja mais via Zooropa – blog e fotos do Codespoti

Sobre web 2.0 todos brasileiros deveriam conhecer o Mugg, um projeto colaborativo totalmente brazuca. Sim isso mesmo, e nele você pode ser o editor, redator, reporter, revisor… ufa! E o mais legal é que o projeto é sobre música, para escrevermos sobre música, respirarmos música e no fim ouvirmos música.
Todo o conteúdo pode ser avaliado e através das TAGS podemos efetuar vários filtros interessantes, não deixe de conferir.
Este é o 1º post que coloco a respeito do assunto web 2.0 e que vem a ser isso? O termo web 2.0 designa uma segunda geração de comunidades e serviços baseados na plataforma web, como wikis, aplicações baseadas em folksonomia e redes sociais. Isso não quer dizer que houve uma mudança nas especificações técnicas ou que foi criada uma nova rede web, e sim que partimos para um segundo momento de uso da internet baseado nas necessidades do usuário.
O Symbaloo é uma ferramenta web-based que fornece vários serviços agregados como bookmark’s, widgets, feeds e por aí vai. Possui uma interface simples e um cuidado especial na usabilidade com foco total no usuário, enfim um projeto que deve ser estudado.
Não aguento mais impunidade. Não aguento mais o descaso. Não aguento mais a hipocrisia. Não aguento mais a mentira. Não aguento mais a roubalheira. Não aguento mais a cara-de-pau. Não aguento mais a malandragem. Não aguento mais as autoridades que governam nosso país.
Desabafe!!!
Lançado pelo brasileiro Marcos Wettreich (criador do iBest), o WeShow é um serviço que agrega e organiza vídeos de diversos sites como YouTube, Metacafe, Dailimotion, etc.
O site é dividido em três áreas principais: conteúdo, onde os vídeos são organizados em categorias; prêmio, onde os melhores serão selecionados, e o WeShow TV que traz programetes diários sobre vídeos em destaques.
O projeto não se restringe ao Brasil, e foi lançado também nos Estados Unidos e Reino Unido, com investimento inicial de US$ 8 milhões. Em 1995, o empresário criou o iBest, em 2003 o portal foi vendido à BrasilTelecom por US$ 72 milhões.
Outras informações aqui.
Freelace Switch é uma comunidade para todos os tipos de freelancers.
Acaba de ser lançado um serviço inédito pelo pessoal do Google, o Gmail Paper, que consiste em habilitar uma opção para que qualquer email seja impresso e entregue para você via correio convencional e de graça.
Funciona da seguinte forma, o usuário seleciona quantas mensagens quiser (pode ser até milhares!), caso exista alguma foto anexada ao email, ela será impressa em alta qualidade em papel glossy, e será presa por um clip ao email impresso.
O custo de postagem será pago pelas empresas que anunciarem na parte de trás dos emails impressos, que funcionam da mesma forma que no Gmail, tentando ser relevante de acordo com o conteúdo da mensagem.
O Google também diz que seus emails impressos não agredirão o meio ambiente, já que são feitos 96% de material orgânico reciclado.
Mais como essa aqui.
Acabei de ler uma nota muito interessante sobre o crescimento de espaços de trabalho em comum, para profissionais independentes que estão cansados de trabalhar em casa (contras: muito isolado, enervante, sem limites com a vida pessoal) e que não querem ficar trabalhando no café da esquina (contras: público demais, não ajuda em networking, roubo de laptop, preço alto do café).
Na foto acima, o espaço Hat Factory, em São Francisco, um ambiente de trabalho descontraído e independente, com as vantagens de um escritório tradicional.
Num estudo recente sobre o futuro de pequenas empresas, o Institute for the Future, de Silicon-Valley, determinou co-working como uma tendência a ser observada nesta próxima década (“The Face of Entrepreneurship“, BusinessWeek.com, 31/jan/07).
Apesar da idéia de repartir um local de trabalho não ser nova, muitos que têm usufruído desses novos espaços, identificados como co-working spaces, notam que o relacionamento social e networking têm mais peso do que simplesmente dividir os custos de um escritório.
Quando esses locais deslancharam, devido ao grande número de programadores e escritores que abraçaram a idéia, sua flexibilidade e baixo custo provou ser uma excelente alternativa para profissionais independentes e emergentes que não querem vínculos de longo-prazo (sociedade ou aluguel, por exemplo).
Pelo fato de funcionar de maneira similar a um modelo de academia, que não requer que cada membro fique em mesas específicas, co-working sai mais barato do que qualquer outro tipo de aluguel. Uma diária pode custar US$ 10, ou US$ 170 o mês com direito à todas as regalias que o espaço tem a oferecer: salas de reunião, café e chá, acesso ethernet e wi-fi, mesas de trabalho, ligações locais, geladeira dedicada, cozinha completa, projetores, audio-visual, salas de estar e de recreação, até um ocasional happy hour.
E, diferente das tradicionais incubadoras de empresas, co-working não é apenas para empreendedores com alto potencial de crescimento. O aumento da popularidade desses espaços, de Seattle a Copenhague, reflete o crescimento das “empresas de uma pessoa só”, e também uma fluidez maior entre comunidades na vida real e virtual.
Sócio-fundador do Indoor Playground, Mark Dowds considera co-working uma abordagem liberal da incubação de empresas: “Nós criamos um ambiente – um espaço aberto onde pessoas podem se encontrar, colaborar e conceber grandes idéias. Vamos ver o que acontece.”
PS: Eu não encontrei, por enquanto, algum espaço no Brasil que seja similar à proposta de co-working. Eu adoraria conhecer um, caso alguém saiba, deixe nos comentários.
Links:
- BusinessWeek.com – Where the Coffee Shops Meet the Cubicle, por Kerry Miller, inclui um slideshow bacana de espaços no Canada e EUA.
- Wiki de co-working spaces
- Coworking group no google groups.
Fonte: Boing-Boing
update: – Pto de Contato – espaço de coworking na Vila Madalena