A nova indústria da música (Radiohead) 3 21 Apr 08 | 1 comentário
Postado por Naomi Covacs

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Novamente, Radiohead. Desde a quebra de contrato com a Parlophone, eles têm procurado experimentar novas maneiras de distribuir sua música. Primeiro, permitiram que o valor do álbum in Rainbows fosse determinado pelos fãs na hora da compra, e agora estão disponibilizando os stems (faixas isoladas dos vocais, bateria, baixo, etc) de sua música para serem remixadas. Parece que cada vez que eles anunciam algum lançamento, a indústria fonográfica dá uma chacoalhada na poeira.

Para o lançamento de seu single Nude, os fãs são convidados a produzir um remix próprio. Os interessados podem adquirir e utilizar os stems da música no iTunes, adicionar seus próprios efeitos e instrumentos e enviar o resultado pelo site Radioheadmix.com, onde são apreciadas e classificadas pelos usuários. Além disso, é possível aplicar um widget em seu site, facebook ou myspace que seja, pelo qual visitantes também poderão ouvir e votar. No site do projeto, os dez melhores remixes já podem ser ouvidos, em destaque. A votação vai até 1º de maio agora.

Não está claro o que acontecerá com os participantes classificados. De acordo com o iTunes, “os remixes selecionados serão disponibilizados no iTunes” – mas não especifica se o participante receberá um share das vendas, nem quanto (detalhe importante).

Abrir competições para remixagens não é novidade, mas a sacada fica com a venda das faixas e dos resultados no iTunes. É o tipo de investida que permite capitalizar de um modo inteligente sobre um custo de produção zero, já que as faixas já existem, os softwares de produção musical podem ser encontrados gratuitamente, e o participante produz por vontade própria — produtos potenciais.

Achei ótima a iniciativa do Radiohead com esta competição, porém tenho minhas dúvidas com relação aos direitos sobre os remixes finais. [ver comentário]

Independente, o mais legal é que vemos cada vez mais artistas se mobilizando para obter fontes alternativas de renda, fugindo do padrão obsoleto e imposições opressivas. Recentemente, a banda inglesa The Charlatans disponibilizou seu último álbum, You Cross My Path, para download gratuito no site antes do lançamento do cd especial; Madonna também assinou com a Vodafone para que seu album Hard Candy esteja disponível para celulares no dia 21 de abril, uma semana antes dos cds chegarem às lojas. E hoje o grupo britânico Portishead liberou o álbum Third para ser ouvido na íntegra pelo site Last FM, via streaming, uma semana antes da data de lançamento do álbum também, e será possível comprar as faixas no site. É a primeira vez que o Last FM libera um disco na íntegra para ser ouvido.

Dica do Renato Marcondes
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Saatchi & Saatchi’s Kevin Roberts: Lovemarks 17 Apr 08 | 0 comentário
Postado por Naomi Covacs

Excelente entrevista (em inglês) sobre lovemarks e outras iniciativas publicitárias, com Kevin Roberts, C.E.O. da Saatchi & Saatchi Mundial desde 1997, pela Knowledge @ Wharton, o business journal online da Wharton. Antes de se juntar à Saatchi & Saatchi, Roberts trabalhou para Gillette, Procter & Gamble e Pepsi-Cola.

Roberts é conhecido pela idéia de lovemarks — marcas que inspiram em seus consumidores lealdade que ultrapassa a razão. Alguns exemplos mencionados são da Nike e a Apple.

Assista o vídeo com a entrevista abaixo, e/ou acesse o artigo com a transcrição completa da entrevista no site da Knowledge @ Wharton. Pra quem se interessar, aqui também vai sua palestra sobre liderança.

Via MarcelloJun

A nova indústria da música (Radiohead) 2 06 Nov 07 | 1 comentário
Postado por Breno Amorim

Radiohead

Um pouco mais sobre a nova indústria da música, a EMI que detém 14 anos da vida do Radiohead está ventilando por aí que vai vender um pendrive com músicas da banda. Até aí nada demais, mas se levarmos em conta que são 7 albúns da banda em um pendrive de 4GB, com músicas em formato WAV sem compressão, aí sim encontramos uma grande diferença.

Preço? £40 algo em torno de $83,00 ou R$145,00 mais o buzão!
Via Meiobit

A nova indústria da música (Radiohead) 12 Oct 07 | 1 comentário
Postado por Paulo Martinez

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Não tem mais volta. O mercado de entretenimento está se reinventando para atender a nova demanda de consumo. Nós não queremos mais pagar caro por um CD ou DVD, queremos opções: downloads, pen-drive, etc.

Foi isso que o Radiohead fez no lançamento de seu novo álbum: “In Rainbows”. A banda disponibilizou todo o disco para download com preço a ser escolhido pelos fãs (zero se você quiser). Além disso há formatos de CD e vinil, que também podem ser reservados pelo site.

Estou ouvindo ao escrever este post. Vai lá e pega o seu!

Semi Metalic Disc, nova mídia de armazenamento 30 Aug 07 | 0 comentário
Postado por Breno Amorim

Essa matéria saiu na Folha Online e fiquei curioso em ver o resultado, é um novo formato de mídia de armazenamento que promete a redução de custos de CD’s e DVD’s. Na matéria eles explicam onde e como a redução de custos pode ser encontrada, vale salientar que essa redução de custos é uma forma de combater a pirataria.

Saiba mais…

As marcas mais valiosas do mundo 27 Jul 07 | 1 comentário
Postado por Paulo Martinez

A Interbrand divulgou o resultado da pesquisa Best Global Brands 2007, que avalia as 100 marcas mais valiosas do mundo. O Google, apesar de não figurar nas primeiras posições, foi a marca que teve maior valorização, com 44%. Veja o report completo aqui (11 Mb em PDF), abaixo as top 10.

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Vinho Ratatouille 17 Jul 07 | 1 comentário
Postado por Naomi Covacs

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A Disney, tentando aos poucos abraçar mais seu público adulto, criou, entre outras coisas um vinho relacionado ao seu recém-lançado filme Ratatouille.

O vinho Ratatouille – um chardonnay da Borgonha que será vendido apenas nas lojas Costco, a US$ 12,99 a garrafa, a partir de agosto – faz parte de uma linha de produtos licenciados que inclui utensílios de mesa e cozinha, relacionados diretamente à história do ratinho apreciador da boa culinária francesa.

“Se realmente queremos dobrar nossos negócios novamente – que é nossa meta para os próximos cinco anos, precisamos expandir em diferentes partes do mercado que não estamos ainda”.

 

 

via Omelete e Forbes

WeShow 28 Jun 07 | 0 comentário
Postado por Paulo Martinez

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Lançado pelo brasileiro Marcos Wettreich (criador do iBest), o WeShow é um serviço que agrega e organiza vídeos de diversos sites como YouTube, Metacafe, Dailimotion, etc.

O site é dividido em três áreas principais: conteúdo, onde os vídeos são organizados em categorias; prêmio, onde os melhores serão selecionados, e o WeShow TV que traz programetes diários sobre vídeos em destaques.

O projeto não se restringe ao Brasil, e foi lançado também nos Estados Unidos e Reino Unido, com investimento inicial de US$ 8 milhões. Em 1995, o empresário criou o iBest, em 2003 o portal foi vendido à BrasilTelecom por US$ 72 milhões.

Outras informações aqui.

Olha o iPhone chegando geeeente! Será!?? 26 Jun 07 | 4 comentários
Postado por Felipe Bachian

É impressionante a capacidade desses chineses de copiar (mal) as coisas. E pior que ainda vai ter gente que vai comprar essa porcaria. Lamentável.

Via Meiobit

Prometeus – The Media Revolution 17 Jun 07 | 1 comentário
Postado por Felipe Bachian

Será esse nosso futuro?

Publicidade? Bullshit! 01 Jun 07 | 0 comentário
Postado por Pedro A Murray Priore


Google: publicidade além do browser 04 Apr 07 | 0 comentário
Postado por Paulo Martinez

Recentemente falamos aqui da expansão do Google para o segmento de games. Esta é apenas uma das estratégias para utilizar o conceito adsense de publicidade segmentada em diversas mídias.

Li hoje no BlueBus que eles agora vão vender espaço em TV paga nos EUA, através de parceria com a Dish Network. “A comercializaçao será feita atraves de leilão online, com os anunciantes informando quanto querem pagar por cada 1,000 residências expostas aos comerciais.”

Desde 2006 está em fase de testes o Google Audio Ads, que permite a inserção de spots em diversas rádios norte-americanas. (mais infos aqui).

É, parece que na visão de futuro do Google todas as mídias serão digitais e inteligentes.

Lançamento do Creative Suite CS3 31 Mar 07 | 3 comentários
Postado por Rafael Rinaldi

Creative Suite CS3

No dia 27 (terça-feira que vem), a Adobe lança a nova versão do Creative Suite para o público mundial. A empresa estará realizando uma videoconferência ao vivo com o CEO da Adobe Bruce Chizen e o COO Shantanu Narayen diretamente da cidade de Nova Iorque para mostrar os novos produtos.

via blog do Thiago Tiago!

Mídia em Games 21 Mar 07 | 2 comentários
Postado por Paulo Martinez

A busca por mídias alternativas está se tornando uma constante na comunicação atual. Já faz tempo que game e internet têm tudo a ver, com joguinhos simples até plataformas complexas multiplayer (veja exemplo do PS Home).

De olho nisso, a Microsoft comprou recentemente a Massive, especializada em “In Game advertising”. O Google, para não ficar atrás, adquiriu uma empresa do mesmo segmento, a Adscape Media, em uma transação na ordem de US$ 25 milhões.

O mercado de games é bastante maduro e, ao contrário do que muitos pensam, não é coisa só de adolescente. Grande parte da audiência é composta por homens entre 18 e 34 anos. Uma pesquisa da Massive aponta que o mercado de “in-game advertising” pode chegar a US$ 1,8 bilhão até 2010. Já as realizadas pelo Yankee Group, apontam para até US$ 730 milhões. E por fim, outro instituto de pesquisa (Nielsen), criou recentemente o GamePlay Metrics, serviço de audiência para games online.

Rumos da Internet TV 07 Mar 07 | 0 comentário
Postado por Paulo Martinez

O mercado de vídeos online está quente. O BitTorrent fechou contrato com os estúdios de Hollywood para vender e alugar filmes pela web. A Viacom, dona da MTV e Paramount, vai ter conteúdo transmitido pelo Joost. A liga de basquete NBA e a BBC fizeram acordos com o YouTube. E por fim, a Blockbuster fez oferta de US$ 50 milhões pelo Movielink.

» Todas sobre VOD aqui.

Espaços de trabalho alternativos para freelancers 03 Mar 07 | 17 comentários
Postado por Naomi Covacs

Acabei de ler uma nota muito interessante sobre o crescimento de espaços de trabalho em comum, para profissionais independentes que estão cansados de trabalhar em casa (contras: muito isolado, enervante, sem limites com a vida pessoal) e que não querem ficar trabalhando no café da esquina (contras: público demais, não ajuda em networking, roubo de laptop, preço alto do café).

HatFactory

Na foto acima, o espaço Hat Factory, em São Francisco, um ambiente de trabalho descontraído e independente, com as vantagens de um escritório tradicional.

Num estudo recente sobre o futuro de pequenas empresas, o Institute for the Future, de Silicon-Valley, determinou co-working como uma tendência a ser observada nesta próxima década (“The Face of Entrepreneurship“, BusinessWeek.com, 31/jan/07).

Apesar da idéia de repartir um local de trabalho não ser nova, muitos que têm usufruído desses novos espaços, identificados como co-working spaces, notam que o relacionamento social e networking têm mais peso do que simplesmente dividir os custos de um escritório.

Quando esses locais deslancharam, devido ao grande número de programadores e escritores que abraçaram a idéia, sua flexibilidade e baixo custo provou ser uma excelente alternativa para profissionais independentes e emergentes que não querem vínculos de longo-prazo (sociedade ou aluguel, por exemplo).

Pelo fato de funcionar de maneira similar a um modelo de academia, que não requer que cada membro fique em mesas específicas, co-working sai mais barato do que qualquer outro tipo de aluguel. Uma diária pode custar US$ 10, ou US$ 170 o mês com direito à todas as regalias que o espaço tem a oferecer: salas de reunião, café e chá, acesso ethernet e wi-fi, mesas de trabalho, ligações locais, geladeira dedicada, cozinha completa, projetores, audio-visual, salas de estar e de recreação, até um ocasional happy hour.

E, diferente das tradicionais incubadoras de empresas, co-working não é apenas para empreendedores com alto potencial de crescimento. O aumento da popularidade desses espaços, de Seattle a Copenhague, reflete o crescimento das “empresas de uma pessoa só”, e também uma fluidez maior entre comunidades na vida real e virtual.

Sócio-fundador do Indoor Playground, Mark Dowds considera co-working uma abordagem liberal da incubação de empresas: “Nós criamos um ambiente – um espaço aberto onde pessoas podem se encontrar, colaborar e conceber grandes idéias. Vamos ver o que acontece.”

PS: Eu não encontrei, por enquanto, algum espaço no Brasil que seja similar à proposta de co-working. Eu adoraria conhecer um, caso alguém saiba, deixe nos comentários.

Links:
- BusinessWeek.com – Where the Coffee Shops Meet the Cubicle, por Kerry Miller, inclui um slideshow bacana de espaços no Canada e EUA.
- Wiki de co-working spaces
- Coworking group no google groups.
Fonte: Boing-Boing
update:Pto de Contato – espaço de coworking na Vila Madalena

Photoshop terá versão online 02 Mar 07 | 0 comentário
Postado por Paulo Martinez

A Adobe anunciou que irá disponibilizar uma versão web based do Photoshop dentro de 6 meses. A ideia é que esta nova versão online possa complementar a tradicional, alcançando um maior número de usuários.

Abaixo palavras de Bruce Chizen, diretor-executivo da Adobe: “Gostamos do que o Google faz em diferentes categorias (de serviços), e queremos chegar na frente deles nas áreas de nossas franquias”.

Download de vídeos alcançará US$ 4 bilhões 23 Feb 07 | 1 comentário
Postado por Paulo Martinez

Os gastos anuais com filmes baixados pela web chegarão a US$ 4 bilhões em 2011, frente aos autais US$ 111 milhões/ano. Os dados são de pesquisa da Adams Media Research. “A Internet vai revolucionar a distribuição de vídeos”, afirmou o presidente da empresa de pesquisas, Tom Adams. O crescimento vai ser alimentado pelo surgimento de equipamentos como a Apple TV, um decodificador de 299 dólares que converte vídeos baixados da Internet em sinais que são exibidos em TVs de alta-definição. A Apple já está vendendo esse produto no site e vai iniciar as entregas no final do mês. A Adams Media Research aposta que os downloads vão crescer gradualmente à medida que os novos equipamentos obtiverem mais aceitação no mercado.

A evolução desse mercado prevista pela pesquisa é de alcançar 472 milhões de dólares em 2007, 1,2 bilhão de dólares em 2008, 2 bilhões de dólares em 2009, 3,1 bilhões de dólares em 2010 e 4,1 bilhões de dólares em 2011. Nesse período, a propaganda em sistemas de transmissão de vídeos para PCs e TVs deve chegar a 1,7 bilhão de dólares.

Fonte: Reuters

» Todas sobre VOD aqui.

Internet prepara-se para era da Web 3.0 21 Feb 07 | 0 comentário
Postado por Felipe Bachian

Há algumas semanas, o Netflix, o serviço de aluguel de DVD por correio mais popular dos EUA, publicou um anúncio que chamava a atenção não só pelo valor envolvido, mas pelo desafio proposto. A empresa de Los Gatos, no Vale do Silício californiano, prometia dar US$ 1 milhão a quem desenvolver um método de busca mais eficiente do que o usado hoje.

Atualmente, o cliente que buscar no site da Netflix “Os Infiltrados”, de Martin Scorsese, por exemplo, e decidir alugá-lo receberá a sugestão de levar também “Gangues de Nova York”, “O Aviador”, “Cassino” e “Os Bons Companheiros” (do mesmo diretor) e “The Good Shepherd” e “A Supremacia Bourne” (ambos com Matt Damon, ator de “Os Infiltrados”).

A empresa considera que o atual mecanismo de busca é algo básico e primário. Propõe pagar mais de R$ 2,2 milhões a quem conseguir um algoritmo mais sofisticado. Quem procura “Os Infiltrados”, violento longa policial indicado ao Oscar de domingo, pode se interessar por quais outros filmes? E se essa pessoa é um homem, de entre 30 e 40 anos, casado, morador de Washington (todos dados que a Netflix já possui)?

Mais: e se o cliente não dá a informação inicial (“Os Infiltrados”), mas descreve vagamente o que procura (“filme violento”, “diretor consagrado”, “baseado em Boston”, “refilmagem de título oriental”)?

O que empresas como a Netflix, mas também gigantes como a IBM e a Google, procuram é uma resposta a isso.

“A resposta”, disse à Folha Nova Spivack, “é a Web 3.0″. O termo, segundo o norte-americano, considerado o principal autor em semântica da rede, foi empregado pela primeira vez pelo jornalista John Markoff, num artigo do “New York Times” e logo incorporado e rejeitado com igual ardor pela comunidade virtual. (leia entrevista)

Seria a terceira onda. A primeira, Web 1.0, foi a implantação e popularização da rede em si; a Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, em que os mecanismos de busca como Google e os sites de colaboração do internauta, como Wikipedia e YouTube, dão as cartas. A Web 3.0 seria a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet.

De que maneira? Daniel Gruhl, um dos diretores do Almaden IBM Research Center, exemplifica. Até agora, disse ele à Folha, a rede é como uma lista telefônica com bilhões de páginas. Um mecanismo de busca como o Google permite que o usuário pesquise o conteúdo de cada página –todos os Silva, para ficar na metáfora da lista– e mesmo utilize a “busca avançada” para restringir um pouco mais os resultados –todos os Silva de São Paulo.

“A Web 3.0 organiza e agrupa essas páginas, por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta”, afirma Gruhl –todos os Silva que torcem para o Corinthians, votaram no PSDB e são alérgicos a frutos-do-mar, digamos. Embora a tecnologia ainda esteja na fase de pesquisa, suas possibilidades comerciais são infinitas. E as empresas não estão cegas para isso.

Uma das provas é o próprio centro do qual Gruhl faz parte. Baseado em San José, também no Vale do Silício californiano, tem como função encontrar novos usos comerciais para a rede de computadores e prever quais serão as próximas tendências, os novos YouTube, por exemplo. Gruhl, um Ph.D. em engenharia eletrônica do MIT, é especializado em “compreensão das máquinas”.

Tanto esse aspecto futurista das pesquisas quanto o próprio termo Web 3.0 são responsáveis pelo maior volume de crítica que a iniciativa recebe. A principal reação vem, obviamente, da blogosfera. Nos diários virtuais de especialistas detratores, a crítica mais comum é a de que “Web 3.0″ nada mais é do que a tentativa de empacotar num termo “vendável” algo que ainda nem existe. “Eu aposto que o futuro é mais “inteligência humana” do que “inteligência artificial’”, escreveu o expert Ross Mayfield.

Pesquisa divulgada no início da semana pela Weber Shandwick, uma unidade da Interpublic Group, uma das maiores empresas de publicidade e marketing do mundo, mostra que tais críticas não são unânimes. Segundo o levantamento, 86% dos 104 executivos das maiores empresas americanas ouvidos acreditam que a inovação trazida pela Web 3.0 será o setor que mais ganhará importância ao longo de 2007.

“O surgimento do consumidor com mais poder significa que as companhias não podem mais simplesmente falar de inovação como uma estratégia do futuro”, disse Billee Howard, do planejamento da Weber Shandwick. “As empresas precisam procurar novas maneiras de implantar isso”.

Fonte: Sérgio Dávila da Folha Online

União Européia bane farsantes 12 Feb 07 | 0 comentário
Postado por Naomi Covacs

As empresas Européias que fingirem ser um consumidor satisfeito do seu próprio negócio vão ter problemas de agora em diante:

Empresas que escreverem postagens falsas ou criarem sites ou blogs como se fossem a própria clientela estarão desobedecendo à orientação, e serão banidos por “representarem-se falsamente como consumidores”.

A partir do dia 31 de dezembro, quando a mudança se tornará lei no Reino Unido, os autores desses atos serão listados e vexados no mercado e levados à justiça.

A nova regulação também atuará sobre autores que falam bem das próprias obras sob uma identidade falsa em sites como a Amazon, ou de críticas.

Casos famosos de sites/blogs falsos do ano passado foram do Wal Mart e McDonald’s. Ambos expostos pelo excelente site Consumerist, o paraíso dos consumidores frustrados.

Fonte: Times Online